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Pra não cair mais em golpes: confira guia da polícia para se proteger contra crimes digitais

WhatsApp Entre os golpes mais aplicados est√° a clonagem ou roubo da conta do WhatsApp por parte dos criminosos, que se fazem passar pela vítima para tentar extorquir seus

Por Naldo Cerqueira em 05/02/2021 às 10:45:23

WhatsApp

Entre os golpes mais aplicados est√° a clonagem ou roubo da conta do WhatsApp por parte dos criminosos, que se fazem passar pela vítima para tentar extorquir seus conhecidos.

Para conseguir o acesso à conta, normalmente, o criminoso liga ou envia uma mensagem para o número da vítima, se passando por um funcion√°rio de uma empresa ou de um banco. Neste primeiro contato, ele afirma que encaminhar√° um código de confirma√ß√£o – que, na verdade, é o código de verifica√ß√£o do WhatsApp.

Para evitar cair no golpe, a Polícia Civil afirmou ser necess√°rio ativar a confirma√ß√£o e duas etapas do aplicativo de mensagens -recurso opcional do WhatsApp que adiciona uma camada extra de seguran√ßa à conta.

O órg√£o também avisa ao consumidor para que nunca forne√ßa o código verificador que receber via SMS em seu celular e, também, para n√£o instalar aplicativos de terceiros ou compartilhar informa√ß√Ķes pessoais a pedido de ninguém pelo WhatsApp.

A Polícia Civil recomenda: desconfie de situa√ß√Ķes em que a pessoa solicita a realiza√ß√£o de transferências e pagamentos em car√°ter de urgência. Ligue para a pessoa que solicitou o dinheiro e verifique se realmente é ela quem est√° solicita√ß√£o a transa√ß√£o.

Caso a pessoa tenha caído no golpe e tenha tido o celular clonado, o órg√£o afirma que a pessoa precisa entrar em contato com o email de suporte do WhatsApp ([email protected]). Também ser√° necess√°rio pedir para amigos e familiares excluírem o telefone clonado de grupos e alertarem contatos.

De posse de todas as informa√ß√Ķes, procure a Delegacia de Polícia mais próxima de sua casa ou registre um boletim de ocorrência eletrônico.

Para as vítimas que fizeram o pagamento para o criminoso, a dica da Polícia Civil é para que o consumidor entre em contato com o banco o quanto antes para tentar bloquear o valor transferido.

As autoridades também avisam que é importante providenciar cópia ou prints das conversas realizadas, bem como do comprovante de pagamento. Com essas informa√ß√Ķes, procure uma Delegacia de Polícia para o registro de boletim de ocorrência.

Boleto falso

Neste golpe, o criminoso consegue alterar o código de barras do boleto, de maneira que o dinheiro, quando transferido, caia direto na conta do fraudador.

Para evit√°-lo, o consumidor deve verificar se os dados do benefici√°rio, no boleto, correspondem aos de quem lhe vendeu o produto ou servi√ßo. Também é preciso conferir se os três primeiros números do código de barras correspondem ao banco cuja logomarca aparece no documento.

Segundo a Polícia Civil, desconfie se o código de barras estiver com falhas, como espa√ßos excessivos entre as barras ou qualquer outra altera√ß√£o que impossibilite o reconhecimento pela leitora. Também evite reimprimir boletos de cobran√ßa em sites que n√£o sejam do banco emissor.

Sempre que o consumidor tiver dúvidas, é aconselh√°vel consultar diretamente o fornecedor do produto ou servi√ßo que o emitiu.

Caso o consumidor tenha sido vítima, ele precisa entrar em contato com o banco para tentar bloquear o valor, além de tirar uma cópia do comprovante de pagamento e demais documentos correlatos para registrar um boletim de ocorrência.

Fraudes banc√°rias

A maioria das fraudes banc√°rias acontece via engenharia social. O criminoso entra em contato com a vítima se fazendo passar por um funcion√°rio do banco no qual ela tem conta. A partir deste primeiro contato, o fraudador tenta convencer a vítima a lhe passar dados pessoais, senhas ou mesmo o cart√£o de crédito.

Para inibir esse golpe, a Polícia Civil afirma que é necess√°rio evitar o uso de computadores públicos e redes abertas de wi-fi para acessar a conta banc√°ria ou fazer compras online, além de n√£o utilizar o cart√£o de crédito em sites desconhecidos.

Nunca abra nada de origem duvidosa, recomenda o relatório. Além disso, n√£o execute programas, abra arquivos ou clique em links que estejam anexados ou no corpo desses emails. Delete-os e, caso tenha clicado em alguma parte desse email e executado um programa, comunique imediatamente ao seu banco o ocorrido e altere todas as suas senhas em outo computador confi√°vel”, disse o órg√£o.

Caso o consumidor tenha sido vítima, ele precisar√° entrar em contato com o banco para tentar bloquear o valor, além de tirar uma cópia do comprovante de pagamento e demais documentos para registrar um boletim de ocorrência.

O consumidor pode encontrar o relatório com dicas sobre como se prevenir e proteger de golpes no site da Polícia Civil.

TIPOS MAIS FREQUENTES DE FRAUDE BANC√ĀRIA

Falso funcion√°rio ou falsa central de atendimento

O estelionat√°rio finge ser funcion√°rio da institui√ß√£o financeira e diz estar com problemas no cadastro ou irregularidades na conta. A vítima fornece informa√ß√Ķes sobre sua conta e, com isso, o bandido realiza transa√ß√Ķes fraudulentas.

Falso motoboy

Integrantes da quadrilha ligam para a vítima e dizem pertencerem à central de relacionamento do banco. Afirmam que houve problemas com o cart√£o da vítima e pedem que ela digite sua senha numérica no teclado do telefone. Na sequência, dizem que enviaram um motoboy na casa da vítima para pegar o cart√£o. Em posse do cart√£o e a senha, realizam opera√ß√Ķes fraudulentas.

Phishing

O criminoso envia links, emails e SMS para a vítima com mensagens que, na maioria das vezes, exploram as emo√ß√Ķes (curiosidade, oportunidade única, medo, etc), fazendo com que ela clique nos links e anexos que pegam dados pessoais ou induzem a realizar cadastros ou fornecer informa√ß√Ķes.

Fonte: Banda B

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