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Após nova paralisação, Secretaria define data para retomar visitas e entrega de alimentos a presos em Alagoas

Por Naldo Cerqueira em 24/11/2020 às 18:47:51
Retomada gradativa começa no dia 11 de dezembro, mas cronograma detalhado ainda não foi divulgado. Definição foi acordada em reunião entre gestores estaduais e representantes dos Policiais Penais. Suspensão da entrega de alimentos e das visitas aos presos gerou série de protestos em agosto e setembro; parte dos serviços foi retomada, mas suspensa de novo em novembro

Arquivo pessoal

As visitas e a entrega das feiras aos presidiários em Alagoas serão retomadas gradativamente a partir do dia 11 de dezembro, com restrições por causa da pandemia da Covid-19. Esta é a segunda vez que os serviços são suspensos e dessa vez o motivo é uma paralisação deflagrada pelos policiais penais.

A retomada dos serviços foi acordada nesta terça-feira (24), em reunião entre gestores da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), da Secretaria do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) e representantes do Sindicato de Policiais Penais de Alagoas (Sindapen).

De acordo com a Seris, inicialmente será permitida a entrada de uma pessoa por preso ao mês. O visitante não pode ter menos de 18 ou mais de 60 anos de idade, tendo seu acesso liberado depois que passar pela barreira sanitária da unidade prisional, mediante aferição da temperatura corporal e higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel.

O cronograma detalhado ainda será divulgado pela gerência da Seris.

Além da retomada das visitas, a reunião também definiu a ampliação do prazo para 24 meses da bolsa qualificação dos policiais penais, que era a principal reivindicação da categoria, além do direito ao pagamento retroativo referente ao mês de novembro. A renovação do serviço extraordinário, ou seja, pagamento ao policial quando ele passa de sua carga horária, foi outro acordo firmado na reunião.

As visitas e a entrega de alimentos foram suspensas pela primeira vez em março por causa da pandemia do novo coronavírus. O Estado autorizou a retomada das atividades a partir de agosto, mas os policiais penais se recusaram, provocando uma série de protestos dos familiares dos presos.

Em setembro, a entrega dos alimentos finalmente voltou a acontecer, após uma ordem da Justiça, mas as visitas continuaram suspensas. Dois meses depois, a categoria paralisou estes serviços de novo.

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Fonte: G1AL

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