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Guedes: se houver segunda onda, governo pagará auxílio emergencial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltouhoje(12) que se houver umasegundaonda de contamina√ß√Ķes pelo novo coronavírus no Brasil, o governo voltar√° a conceder o [...]

Por Naldo Cerqueira em 12/11/2020 às 16:14:39

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltouhoje(12) que se houver umasegundaonda de contamina√ß√Ķes pelo novo coronavírus no Brasil, o governo voltar√° a conceder o auxílio emergencial aos brasileiros em situa√ß√£o de vulnerabilidade econômica.

“Se houver umasegundaonda, n√£o é uma possibilidade, é uma certeza [que o governo vai pagar novamente auxílio emergencial]”, disse, no evento do Dia Nacional do Supermercado, organizado pela Associa√ß√£o Brasileira de Supermercados (Abras). Mas ele enfatizou que considera a probabilidade de nova onda de contamina√ß√Ķes “baixa”. De acordo com Guedes, o plano do governo é retirar o auxílio aos poucos até o final do ano. “Estamos retirando os estímulos, de R$ 600 [valor inicial das parcelas do auxílio] baixa pra R$ 300 [auxílio emergencial residual] e depois aterriza ali na frente numa vers√£o Renda Brasil ou na própria Bolsa Família. Temos as duas possibilidades, é uma escolha política”, disse.

Em agosto deste ano, opresidente Jair Bolsonarodisse quea proposta de cria√ß√£o doprograma Renda Brasil estavasuspensa. O programa pretendiaexpandir o Bolsa Família.A proposta da equipe econômica era retirar o abono salarial para quem ganha até dois sal√°rios mínimos para financiar o novo programa.

Contribui√ß√£o sobre transa√ß√Ķes digitais

Guedes voltou a defender a cria√ß√£o de uma contribui√ß√£o sobre transa√ß√Ķes digitais, como forma de substituir a desonera√ß√£o da folha de pagamentos. Segundo o ministro, o governo tem o compromiss√£o de n√£o aumentar a carga tribut√°ria.

“Esse compromisso de n√£o aumentar imposto significa que vamos fazer um programa de substitui√ß√£o de carga tribut√°ria. N√£o queremos criar um imposto, queremos a desonera√ß√£o da folha de pagamentos”, afirmou. Ele acrescentou que para desonerar a folha de pagamentos e estimular a cria√ß√£o de emprego formal no país, é preciso encontrar uma “forma de financiamento” para essa redu√ß√£o dos impostos sobre os sal√°rios.

Guedes disse ainda que “n√£o haver√° aumento de imposto para quem paga imposto”. “Mas quem nunca pagou, vai aumentar”, disse. De acordo com o ministro, haver√° imposto sobre dividendos e se houver tributa√ß√£o das transa√ß√Ķes digitais, “quem n√£o pagava vai come√ßar a pagar”. E acrescentou que essas mudan√ßas dependem de momento político adequado.

Inflação e recuperação da economia

O ministro refor√ßou que a “economia brasileira est√° voltando com for√ßa”.Ele disse que foi considerado muito otimista quando a crise gerada pela pandemia come√ßou. “Mesurpreendeu a velocidade xcom que a economia est√° voltando, bem acima da minha vis√£o que era considerada otimista”,disse.Segundo Guedes, os sinais da r√°pida recupera√ß√£o da economia brasileira est√£o na arreda√ß√£o de impostos neste mês que “est√° extraordin√°ria”e h√° dados de aumento do consumo de energia elétrica, de óleo diesel, além de as novas fiscais eletrônicas estarem “subindo em alta velocidade” e aumento do emprego.

Sobre a infla√ß√£o, Guedes afirmou que muita gente fica com “raiva dos supermercados” quando vê os pre√ßos dos alimentos mais caros, mas os estabelecimentos s√£o apenas “uma plataforma de distribui√ß√£o”. “Se esse produto j√° chega caro porque subiu o c√Ęmbio ou a demanda foi forte e os pre√ßos subiram, temos que deixar aengrenagemdo mercado funcionar”,disse.

Para o ministro, com os pre√ßos altos, o setor agrícola brasileiro vai aumentar a produ√ß√£o e em “dois, três, quatro meses a frente os pre√ßos come√ßam novamente a se estabilizar”. Guedes acrescentou que o governo pode reduzir tarifas de importa√ß√£o quando houver “abusos” nas altas dos pre√ßos para estimular a competi√ß√£o e assim segurar a infla√ß√£o.

Fonte: EBC

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