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Preso confessou autoria do furto a apartamento de Carlinhos Maia e apontou local onde jóias estavam escondidadas

Por Naldo Cerqueira em 13/08/2022 às 19:54:50
Exames de DNA feitos no carro usados no crime batem com dados genéticos de um dos presos pelo furto. Joias foram recuperadas pela polícia na manhã de hoje.

Ricardo Amaral/TV Gazeta

Um dos homens presos pelo furto ao apartamento dos influenciadores Carlinhos Maia e Lucas Guimarães confessou o crime e apontou a polícia o local onde as joias e relógios furtados em 30 de maio deste ano estavam enterrados em Campina Grande, no agreste da Paraíba. Na manhã deste sábado (13) o material foi recuperado pela polícia e levado para Alagoas.

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Segundo a Polícia Científica de Alagoas, exames de DNA apontaram que o material genético encontrado no carro usado no crime bate com o de um dos homens presos pela polícia. Outras duas pessoas podem ter participado do furto, mas a polícia ainda não divulgou dados relacionados a esses suspeitos.

"A princípio ele [autor que confessou o crime] imagina que nós tínhamos apenas o vínculo dele com o carro, então ele tentava se desvenciliar do crime informando que tinha adquirido o carro depois do fato, mas depois que mostrando que o carro já estava com ele e que foi usado em um furto em outro estado da federação, nós conseguimos convencê-lo que a melhor oportunidade para ele era aquela e que desse pistas porque ele preso não conseguiria pegar as coisas [jóias]", pontuou o delegado Lúcimério Campos, que comandou a investigação.

Dois homens estão presos suspeitos de cometer o crime. Eliabio Custódio Nepomuceno, Wellington Medeiros da Silva foram presos no dia 7 de junho e seguem presos apontados pela polícia como participantes do crime. Com eles, a polícia prendeu Emerson de Holanda Lira, que conseguiu o direito de responder ao crime em liberdade.

Thiago Araújo, advogado que responde pela defesa de Eliabio Custódio Nepomuceno informou que seu cliente colaborou com as investigações, mas não deu mais detalhes sobre o qual o tipo de colaboração ele prestou a polícia. Já o advogado Evanildo Nogueira, que responde pela defesa de Wellington Medeiros da Silva disse que iria se pronunciar sobre o caso na próxima segunda-feira (15).

Além das jóias, o cofre furtado do apartamento dos influenciadores também foi recuperado pela polícia

Ricardo Amaral/TV Gazeta

Entre os materiais furtados estão o colar de diamantes, uma jóia em que as pedras são marcadas com uma gravação a laser, um relógio avaliado em quase R$ 1 milhão e um cofre foram levados pelos criminosos. O delegado informou ainda que sempre trabalhou com a possibilidade de recuperar as jóias por saber que eram objetos de difícil comercialização. O delegado disse ainda que há três dias descobriu o paradeiro das jóias e que comunicou o fato a Carlinhos Maia.

"A vítima ficou muito emocionada e informou que foi acusado de simular essa situação para ganhar visuzalizações e seguidores. Mas de fato foi um furto, ele foi vítima de crime patrimonial e hoje vamos poder entregar os seus pertences e encerrar o inquérito, onde acreditamos que vamos identificar mais dois suspeitos que ainda não foram identificados", explicou Campos.

A Polícia descartou que qualquer pessoa do grupo de funcionários dos influenciadores possam ter participado do crime. Dias após o furto, toda a equipe de funcionários de Carlinhos Maia foi demitida. Nesta sexta-feira, o próprio influenciador informou, através de postagens na suas redes sociais, que o motivo da demissão dessas pessoas está relacionado a projetos futuros e que não tinha relação com o furto das jóias.

"Nós trabalhamos com muitos nomes e com muitas informações. Então as pessoas que não tinham envolvimento com o crime foram descartadas e essas circunstâncias aí de empresas de segurança, de funcionários que prestam serviço ao empreendimento ou a própria vítima, não há qualquer informação disso nos autos. O que aconteceu foi, além da expertise desse grupo criminoso, uma série de fatores. Por exemplo, ele disse que estava chovendo no dia. e quando chove essas cercas dão vários falsos alarmes, e ele sabendo disse esperou o dia de chuva e foi progredindo alí, manuseando aquela escada até alcançar o apartamento da vítima, que ele havia estudado por 28 dias", pontuou.

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